Assim que Teddy, todos ficaram em silêncio de luto pela sua morte e de seus amigos e pouco á pouco cada um foi para seus respectivos quartos, rezando para que isso fosse um pesadelo.
***
Depois do café da manhã as crianças foram no jardim brincar e os adultos foram, para a sala com á tensão no ar.
-Quem quer começar á ler? - Teddy perguntou erguendo o livro no ar.
-Pode ser eu. - Amélia disse catando o livro. - Capitulo um á A ascensão ao Lord das Trevas.
Os dois homens apareceram do nada, separados poucos metros na pista estreita e enluarada. Por um segundo permaneceram imóveis, as varinhas apontadas para o peito um do outro; então, ao se reconhecerem, guardaram as varinhas debaixo de suas capas e começaram a andar apressadamente na mesma direção.
— Novidades? —perguntou o mais alto dos dois.
—As melhores. — respondeu Severo Snape.
A Ordem olhou acusadoramente para Snape, duvidando que ele tenha feito alguma coisa boa para estar ali.
A pista era limitada à esquerda por amoreiras baixas selvagens, e à direita por uma fileira de altos arbustos cuidadosamente podados. As longas capas dos homens balançavam ao redor de seus tornozelos enquanto caminhavam.
— Pensei que pudesse ser tarde — disse Yaxley, suas feições arredondadas ficando fora de vista, enquanto os ramos suspensos das árvores bloqueavam a luz do luar. — Foi um pouco mais complicado do que eu esperava. Mas acho que ele ficará satisfeito. Você acredita que a sua recepção será boa?
-O que será que o seboso fez pra sua recepção não ser boa. - Susurrou Sirius pra James.
Snape acenou com a cabeça, mas não continuou. Eles viraram à direita para uma larga garagem que dava acesso à pista. A alta margem de arbustos escoava pela distância além dos impressionantes portões feitos de ferro que barravam o caminho dos homens. Nenhum dos dois parou de caminhar. Silenciosamente e juntos, levantaram o braço esquerdo numa espécie de cumprimento e atravessaram como se o metal escuro fosse fumaça.
As sebes silenciaram o barulho dos passos dos homens. Houve um farfalhar à direita, Yaxley empunhou sua varinha e apontou-a por cima da cabeça de seu acompanhante, mas a origem do barulho não era mais do que um pavão albino, andando majestosamente de uma ponta a outra o alto da sebe.
— Lúcio sempre gostou do bom e do melhor. Pavões... — Yaxley pôs sua varinha debaixo da capa com um grunhido.
-Eu acho que é por que ele é um pavão.- Disse Fabion e muitos riram.
Uma bela mansão apareceu na escuridão ao fim do estreito percurso, luzes piscavam nas vidraças brilhantes das janelas do térreo. Em algum lugar no jardim escuro além das sebes, uma fonte jorrava. Pedregulhos crepitavam abaixo de seus pés enquanto Snape e Yaxley andavam depressa em direção à porta da frente, a qual se abriu para dentro à aproximação deles embora não houvesse ninguém visível que tivesse abrido-a.
-Deve ser á Marca. - Disse Moody
A entrada era grande, pouco iluminada e suntuosamente decorada, com um magnífico carpete cobrindo a maior parte do chão de pedra. Os olhos dos rostos pálidos nos retratos nas paredes seguiam Snape e Yaxley assim que eles passavam. Os dois homens pararam a uma pesada porta de madeira que levava ao próximo aposento, hesitaram com o coração acelerado, até que Snape girou a maçaneta de bronze.
-Que casa horrorosa. - Disse Emmeline para Alice e Dorcas que assentiram.
A sala de estar estava cheia de pessoas em silêncio, sentadas em uma grande e ornamentada mesa. Os móveis costumeiros da sala foram empurrados descuidadosamente contra as paredes. A iluminação vinha de uma fogueira crepitante acesa abaixo de uma bela lareira de mármore cercada de um espelho banhado a ouro. Snape e Yaxley se demoraram por um momento na entrada, e enquanto seus olhos se acostumavam à carência de luz, tomaram consciência do detalhe mais estranho da cena: uma figura humana aparentemente inconsciente estava pendurada de cabeça para baixo acima da mesa, girando vagarosamente como se estivesse suspensa por uma corda invisível, sua imagem refletida no espelho e na superfície polida da mesa abaixo. Nenhuma das pessoas abaixo deste singular ângulo de visão estava olhando para ela, exceto um garoto jovem e pálido, sentado quase abaixo dela. Ele parecia incapaz de evitar olhar para cima a cada minuto.
-Quem será ? - Disse Minerva.
— Yaxley, Snape — disse uma voz alta e clara na cabeceira da mesa. — Vocês estão quase atrasados.
O interlocutor estava sentado diretamente à frente da lareira, de modo que era difícil, a princípio, distinguir mais do que a silhueta. Enquanto chegavam mais perto, contudo, sua face brilhou pela escuridão: careca, ofídio, com rachos estreitos no lugar das narinas e olhos vermelhos brilhantes cujas pupilas eram verticais. Ele era tão pálido que parecia emitir um brilho perolado.
-Uma verdadeira cobrinha. - Disse James e muitos concordaram
— Severo, aqui. — disse Voldemort, indicando o assento imediatamente à sua direita.
-Agora sabemos que é o braço direito de Voldemort.- Comentou Marlene pra Sirius.
— "Yaxley — ao lado de Dolohov.
Os dois homens tomaram seus lugares definidos. A maioria dos olhares ao redor da mesa seguiu Snape, e foi para ele quem Voldemort falou primeiro.
— Então?
— “Milorde, a Ordem da Fênix pretende deslocar Harry Potter de seu atual lugar de segurança no próximo sábado, ao anoitecer”.
-Traidor. - Gritou Lily á Snape.
-Calma Lily tudo sera explicado. -DisseTeddy.- Amélia volte á ler por favor.
O interesse ao redor da mesa afiou-se palpavelmente. Alguns enrijeceram, outros se inquietaram, todos fitando Snape e Voldemort.
— Sábado... ao anoitecer. — repetiu Voldemort. Os olhos vermelhos fixados sobre os pretos de Snape com tal intensidade que alguns dos observadores desviaram o olhar, aparentemente receosos de que eles mesmos seriam queimados pela ferocidade do olhar. Snape, contudo, olhava calmamente para o rosto de Voldemort e, após um momento ou dois, a boca sem lábios de Voldemort se curvou para algo semelhante a um sorriso.
— Bom. Muito bom. E essa informação vem?...
— Da fonte sobre a qual discutimos. — disse Snape.
-Quem será? - Perguntou Dorcas no qual ninguém respondeu.
— Milorde. — Yaxley inclinou-se a frente para olhar Voldemort e Snape. Todos os rostos se viraram para ele.
— Milorde, eu ouvi falar diferente. — Yaxley esperou, mas Voldemort não falou, então continuou: — Dawlish, o auror, deixou escapar que Potter não será removido até o dia 30, a noite que precede o aniversário de dezessete anos do garoto.
Snape estava sorrindo e continuou:
— Minha fonte disse que há planos para um alarme falso; deve ser isso. Não há dúvida que um Feitiço Confundus foi posto sobre Dawlish! Não seria a primeira vez, ele é conhecido por ser suscetível.
— Posso lhe assegurar, Milorde, que Dawlish pareceu estar totalmente certo. — falou Yaxley.
-Se ele foi confundido é claro que vai parecer estar certo. - Disse Beijam no qual todos concordaram
— Se ele foi confundido, naturalmente ele não tem dúvida —disse Snape.— Eu lhe asseguro Yaxley, que o Escritório dos Aurores não terá parte alguma na proteção de Harry Potter. A Ordem acredita que temos infiltrados no Ministério.
— A Ordem entendeu uma coisa certa, então, hã?— disse um homem gordo e baixo sentado um pouco distante de Yaxley, dando uma risadinha ofegante que ecoou aqui e ali ao longo da mesa.
-Lá as coisas estão bem piores que agora. - Disse Ted. (Teddy é o filho do Remo e o Ted é o Pai da Tonks)
Voldemort não sorriu. Seu olhar desviou-se para cima ao corpo que girava vagarosamente, e parecia estar perdido em pensamentos.
— Milorde. — Yaxley continuou. — Dawlish acredita que um esquadrão inteiro de Aurores será utilizado para transferir o garoto...
-É claro que não se sabemos que tem comensais enfrintados no Ministério nunca que usariamos Aurores. -Disse Remo.
Voldemort ergueu uma grande mão branca, e Yaxley acalmou-se imediatamente, olhando ressentidamente enquanto Voldemort virava-se para Snape.
— Onde eles vão esconder o garoto depois?
— Na casa de um dos membros da Ordem. — disse Snape. — O local, de acordo com a fonte, recebeu toda proteção que a Ordem juntamente do Ministério poderiam providenciar. Penso que há pouca chance de pegá-lo, a menos que o Ministério tenha sido derrotado antes do próximo sábado, o que nos daria a oportunidade de nos informar sobre os tais encantamentos e quebra-los, o que seria necessário.
— Bem, Yaxley? — Voldemort chamou-o da mesa, a luz do fogo refulgindo estranhamente em seus olhos vermelhos. — O Ministério será derrotado até o próximo sábado?
Mais uma vez, todas as cabeças viraram-se. Yaxley endireitou os ombros.
— Milorde, eu tenho boas notícias a respeito. Lancei — com grande dificuldade e esforço — uma Maldição Imperius sobre Plus Thicknesse.
- Grande coisa! - Disse Gideon..
Muitos que estavam sentados à volta de Yaxley pareceram impressionados; seu vizinho, Dolohov, um homem com um grande e estranho rosto, deu um tapinha em suas costas.
— É um começo. — disse Voldemort. — Mas Thicknesse é apenas um homem. Scrimgeour deve ser cercado por nossos parceiros antes que eu aja. Um atentado mal-sucedido à vida do ministro, pode me fazer retroceder bastante em meus planos...
— Sim, milorde, isso é verdade, mas você sabe, como Chefe do Departamento de Aplicação das Leis da Magia, Thicknesse tem contato regular não apenas com o ministro, mas também com todos os chefes de departamento do Ministério. Penso que será fácil, agora que temos um oficial do alto escalão sob nosso controle, subjugar os outros, e então eles poderão trabalhar todos juntos para derrubar Scrimgeour.
— Isso se o nosso amigo Thicknesse não for descoberto antes que ele tenha convencido o resto. — disse Voldemort. — De qualquer forma, permanece sendo improvável que o Ministério será meu antes do próximo sábado. Se nós não podemos alcançar o garoto onde ele se encontra, então isso deve ser feito enquanto ele viaja.
— Nós estamos em vantagem aqui, milorde. — disse Yaxley, que parecia determinado a receber algum tipo de aprovação. — Agora nós temos muitas pessoas posicionadas dentro do Departamento de Transporte Mágico. Se Potter aparatar ou usar a rede de flu, saberemos imediatamente.
— Ele não fará nenhum dos dois. — disse Snape. — A Ordem está evitando qualquer tipo de transporte que seja controlado ou regulado pelo Ministério; eles desconfiam de tudo que tenha a ver com o Ministério.
Olhares com raiva foram direcionados á Snape.
— Mesmo assim, — disse Voldemort. — Ele vai ter que se expor muito. Mais fácil de pegá-lo, certamente.
Mais uma vez Voldemort fitou o corpo que girava vagarosamente, enquanto continuou:
— Eu mesmo tomarei conta do garoto. Já houve muitos erros em relação a Harry Potter. Alguns deles foram meus. O fato de Potter viver se deve mais a erros meus do que aos seus triunfos.
Lily chorava silênciosamente abraçada á James.
As pessoas em volta da mesa observaram Voldemort apreensivamente, pelas suas expressões, pareciam receosos de serem culpados pela existência de Harry Potter. Voldemort, contudo, parecia estar falando mais para si mesmo do que para qualquer um deles, ainda atento ao corpo inconsciente acima dele.
— Fui descuidado e também enganado pela sorte e pela chance, com a destruição de todos meus planos mais bem elaborados. Mas eu sei melhor agora. Entendo coisas que eu não entendia antes. Deverei ser eu a pessoa que matará Harry Potter, e o farei.
Como que em resposta a estas palavras, um repentino e terrível grito profundo de miséria e dor ressoou. Muitos dos que estavam na mesa olharam para baixo, surpresos pelo som que parecia ter vindo debaixo de seus pés.
— Rabicho? — falou Voldemort, sem mudar o seu tom de voz baixo e sóbrio, e sem tirar os olhos do corpo que girava lá em cima. — Já não falei a você sobre manter o nosso prisioneiro quieto?
-Rato miseravel. - Rosnou Sirius, James murmuro coisas sem nexo, e Remo serrou os punhos.
— S-s-sim, milorde. — engasgou um pequeno homem na metade da mesa, que estava sentado tão baixo em sua cadeira que esta parecia, a princípio, desocupada. Agora ele saltava de seu assento e disparava da sala, deixando nada mais atrás dele exceto um curioso brilho prateado.
Risadas foram ouvidas na sala.
-Se mijo todo. - Exclamou Frank.
— Como eu estava dizendo, — continuou Voldemort, olhando novamente para os rostos tensos de seus seguidores. — Eu entendo melhor agora, e precisarei, por exemplo, pegar emprestada uma varinha de um de vocês antes de ir matar Potter.
Os rostos em volta dele não demonstraram nada além de choque; ele podia ter anunciado que queria emprestado um dos braços deles.
— Sem voluntários? — disse Voldemort. — Vamos ver... Lúcio, eu não vejo razão para você ainda ter uma varinha.
-Pela primeira e unica vez na vida concordo com Voldy-mort. - Sirius disse fazendo alguns rir pelo apelido.
Lúcio olhou para cima. A pele parecendo amarelada e feita de cera sob a luz do fogo, seus olhos eram profundos e sombrios. Quando ele falou, sua voz estava embargada.
— Milorde?
— Sua varinha, Lúcio. Requisitei a sua varinha.
— Eu...
Malfoy olhou ao lado para sua esposa. Ela estava parada à frente, quase tão pálida quanto ele, seu longo cabelo loiro caído em suas costas, mas por baixo da mesa os dedos finos fechados brevemente em seu punho. Ao toque dela, Malfoy pôs a mão em suas vestes, retirou a varinha e passou-a para Voldemort, o qual a segurou acima de seus olhos vermelhos, examinando-a atentamente.
— Do que ela é?
— Ulmeiro, milorde. — sussurrou Malfoy.
— E o núcleo?
— Dragão — cordas de coração de dragão.
— Bom. — disse Voldemort. Ele sacou sua própria varinha e comparou os comprimentos. Lúcio Malfoy fez um movimento involuntário; por uma fração de segundo, pareceu que ele esperava receber a varinha de Voldemort em troca da sua. O gesto não foi perdido por Voldemort, cujos olhos alargaram-se maliciosamente.
- Só Lucio pra achar que Voldemort iria dar á sua varinha. - Falou Régulo pela primeira vez.
— Dar a minha varinha a você, Lúcio? Minha varinha?
Alguns dos presentes deram risadinhas.
— Eu lhe dei sua liberdade, Lúcio, isso não é o suficiente para você? Mas tenho percebido que você e a sua família parecem menos que felizes... O que há sobre minha presença em sua casa que o incomoda, Lúcio?
— Nada — nada, milorde!
— Tais mentiras, Lúcio...
A voz suave parecia assobiar até mesmo depois de a boca cruel parar de se movimentar. Um ou dois dos bruxos quase não seguraram um tremido assim que o chiado começou a ficar mais alto; alguma coisa pesada pôde ser ouvida deslizando debaixo mesa.
A cobra imensa emergiu e escalou lentamente a cadeira de Voldemort. Ela se levantou, aparentemente sem fim, e veio a descansar nos ombros de Voldemort. Seu pescoço era da espessura da coxa de um homem; seus olhos, com fendas verticais no lugar de pupilas, não piscavam. Voldemort tocava a criatura distraidamente com seus longos dedos, ainda olhando para Lúcio Malfoy.
— Por que os Malfoy parecem tão infelizes com sua sorte? Não é o meu retorno, minha ascenção ao poder que eles sempre proclamaram desejar por tantos anos?
— Mas é claro milorde, — disse Lúcio Malfoy. Sua mão tremia enquanto ele secava o suor de seu lábio superior. — Nós desejávamos isso — nós desejamos.
À esquerda de Malfoy, sua mulher fez um estranho aceno formal de afirmação, seus olhos desviados de Voldemort e da cobra. À sua direita, seu filho, Draco, que estava fitando o corpo inerte suspenso, olhou rapidamente para Voldemort e desviou o olhar novamente, aterrorizado para fazer contato visual.
— Milorde, — disse uma mulher morena na metade da mesa, sua voz contraída pela emoção. — é uma honra tê-lo aqui, na casa de nossa família. Não há satisfação maior.
Régulo e Sirius gemeram sabiam quem era,
Ela sentava ao lado de sua irmã, diferente na aparência, com seus cabelos negros e olhos de pálpebras pesadas, assim como também era diferente em seu comportamento; Narcissa estava sentada rígida e impassiva, Bellatriz estava inclinada em direção a Voldemort, como se meras palavras não pudessem demonstrar o seu desejo pela proximidade.
— Não há satisfação maior, — repetiu Voldemort, a cabeça virou um pouco para o lado enquanto analisava Bellatriz. — Isso significa muito, Bellatriz, vindo de você.
O semblante dela se encheu de cor; seus olhos lacrimejaram de deleite.
— Milorde sabe que eu não falo nada a não ser a verdade!
— Não há satisfação maior... mesmo comparado com o feliz evento que fiquei sabendo, aconteceu com a sua família, essa semana?
Ela o fitou, seus lábios cerrados, evidentemente confusa.
— Eu não sei do que você está falando, Milorde.
— Eu estou falando da sua sobrinha, Bellatriz. E de vocês também, Lúcio e Narcisa. Ela acabou de se casar com o lobisomem, Remo Lupin. Vocês devem estar tão orgulhosos.
Remo ficou branco.
-Quer di-zer,.. que e-u vooou...me casar..com aquela..menininha. -Ele disse á Teddy olhando de esquelha pra Andromeda e Teddy que sorriam á ele.
Teddy assentiu sorrindo.
Houve uma erupção de gargalhadas zombeteiras pela mesa. Muitos se inclinaram para frente, para trocar olhares alegres, alguns bateram na mesa com seus punhos. A grande cobra, desagradando-se com a bagunça, abriu a boca largamente e silvou ameaçadoramente, mas os Comensais da Morte não a ouviram, estavam tão alegres pela humilhação de Bellatriz e dos Malfoy. O rosto de Bellatriz tornou-se repulsivo e vermelho.
— Ela não é nossa sobrinha, milorde. — se lamuriando pela piada. — Nós — Narcisa e eu — nunca colocamos os olhos em nossa irmã depois que ela se casou com o sangue-ruim. Aquela malcriada não tem nada a ver conosco, e nem a besta com a qual ela se casou.
-Como se eu quisesse que Dora conhecesse vocês. -Andromeda disse e sorriu olhando pra Remo. - E Remo é o melhor genro que eu poço ter. -Remo corou.
— E o que você diz, Draco? — perguntou Voldemort, apesar de sua voz estar baixa, ela soou claramente através dos assobios alegres. — Você vai ser babá dos filhotes?
A hilaridade aumentou; Draco Malfoy olhava aterrorizado para seu pai, que estava olhando para o próprio colo; então capturou o olhar de sua mãe. Ela balançou sua cabeça imperceptivelmente, então voltou a olhar inexpressivamente para a parede oposta.
— Basta. — disse Voldemort, acariciando a cobra raivosa. — Basta.
E as risadas morreram imediatamente.
-Ui meda. - Disse Sirius.
— Muitas de nossas mais tradicionais árvores genealógicas ficaram um pouco descartáveis com o passar do tempo. — disse enquanto Bellatriz olhava para ele, sem fôlego e implorando.
— Vocês devem podar as suas, não devem, para mantê-las saudáveis? Cortar fora aquelas partes que ameaçam a saúde do resto.
— Sim, milorde. — sussurrou Bellatriz. Seus olhos se encheram com lágrimas de gratidão, novamente. — Na primeira chance!
-Orá que mulher.- Disse Molly.
— Você a terá. — disse Voldemort. — E em sua família, assim como no mundo... Cortaremos fora a praga que nos infesta até que somente os verdadeiros sangues puros permaneçam...
-Nunca ouvi tantas baboseiras.- Disse Marlene com raiva na vós.
Voldemort levantou a varinha de Lúcio Malfoy, apontou ela diretamente para a figura que vagarosamente girava suspensa acima da mesa, e deu uma pancadinha. A figura voltou a vida com um grunhido e começou a lutar contra cordas invisíveis.
— Você reconhece nossa convidada, Severo? — perguntou Voldemort.
Snape ergueu os olhos para o rosto virado de cabeça pra baixo. Todos os Comensais da Morte estavam olhando para a prisioneira agora, como se lhes tivesse sido dada a permissão para demonstrar curiosidade. Enquanto girava para encarar a luz do fogo, a mulher disse em uma aguda e aterrorizada voz.
— Severo, ajudeme!
Olhares raivosos foram mandados á Snape que fingiu nem ser ele.
— Ah sim, — disse Snape enquanto a prisioneira virava devagar, mais uma vez.
— E você, Draco? — perguntou Voldemort, acariciando o focinho da cobra com a mão livre. Draco concordou com sua cabeça bobamente. Agora que a mulher havia acordado, ele parecia incapaz de continuar olhando para ela.
— Mas você não teria tido aulas com dela. — disse Voldemort. — Para os que não sabem, nós estamos reunidos aqui hoje à noite por Charity Burbage que, até recentemente, lecionava na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts!
As mulheres na sala colocaram as mãos na boca reprimindo um soluço.
Houve pequenos barulhos de compreensão ao redor da mesa. Uma mulher gorda e curva, de dentes pontudos, cacarejou.
— Sim... Professora Burbage ensinava às crianças bruxas tudo sobre os trouxas... como eles não são tão diferentes de nós...
Um dos Comensais da Morte bateu no chão. Charity Burbage girou para encarar Snape novamente.
— Severo... por favor, por favor...
— Silêncio! — disse Voldemort, com mais um movimento com a varinha de Malfoy e Charity ficou em silêncio como se tivesse sido amordaçada. — Não contente por corromper e poluir as mentes das crianças bruxas, semana passada, a Professora Burbage escreveu uma apaixonada defesa sobre os sangues-ruins no Profeta Diário. Os bruxos, ela diz, devem aceitar esses ladrões de conhecimento e magia. A diminuição dos sangues-puros é, diz a Professora Burbage, algo mais que desejável... Ela queria todos nós casados com trouxas... ou, sem dúvida, lobisomens...
-Não vejo mau algum.- Pronunciou se Hagrid pela primeira vez.
Ninguém riu dessa vez. Não havia como não discernir a raiva e o desprezo na voz de Voldemort. Pela terceira vez, Charity Burbage girou ficando face a face com Snape. Lágrimas brotavam de seus olhos para seus cabelos. Snape olhou de volta para ela, totalmente impassível, enquanto ela virava devagar para longe dele novamente.
Amélia gritou antes de ler, todos sabiam até o motivos para o grito.
— Avada Kedavra
Um flash de luz verde iluminou cada canto do aposento. Charity caiu, com um barulho ressoante sobre a mesa que rachou e quebrou. Vários dos Comensais da Morte pularam para trás em suas cadeiras, Draco caiu da sua para o chão.
— Jantar, Nagini. — disse Voldemort suavemente e a grande cobra oscilou e escorregou de seus ombros até o chão de madeira polida.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Revelações
Ele estava sentado com as mãos
apoiadas á cabeça, pensando o quanto se sentia inútil, tendo que ficar
trancafiado em sua própria casa para salvar sua família e era por ela que ele
estava ali.
-Papa, papa! – Ele gritava
animadamente engatinhando até o pai, que caminhou até ele o catando em seu
colo.
-Olha se não é meu rapazinho. –
Ele diz fazendo cócegas na criança que tentava pegar seu, óculos .
- Olha quem chegou! – Diz um
homem entrando pela porta da frente.
- Inho, inho.
-Vem com o Dinho Harry. – Diz ele
pegando Harry em seu colo.
-O que faz aqui pulguento ?
- Vim pra ver meu afilhado
favorito! – Exclama ele brincando com Harry.
- Você só tem, ele de afilhado
Sirius. – Diz outro homem entrando pela porta.
- Oi pra você também Remo! – Diz
Sirius revirando os olhos.
-Onde está Lily. – Perguntou
Remo.
-Banho! – Responde ele.
-Vem Harry vamos treinar. – Diz
Sirius. – O Dinho Almofadinhas é...
- indo (Lindo). – Diz Harry e seu
pai revira os olhos.
- Isso mesmo Bambi.
- Almofadinhas não chame, meu
filho de Bambi.
-Pare de ser chato Veado! –
Exclame ele. – Vamos lá Harry vamos pra próxima, a mamãe é...
-eivosa (Nervosa). – Diz Harry
puxando os cabelos de seu padrinho.
- Eu ouvi isso Almofadinhas. –
Disse Lily entrando na sala. – Pare de ensinar essas coisas para o meu filho.
- Ruiva não é minha culpa se seu
filho, meu afilhado só diz as verdades. – Diz ele, para Lily que revirou os
olhos.
-Gente olha o que eu achei em
baixo da cama. – Ela diz erguendo um pergaminho para os três homens que olhavam
curiosos.
-Nossa um pergaminho. – Diz
Sirius irônico.
-Presta atenção pulguento, o
mapa!
-Bom só tem um jeito. – Disse
Remo, erguendo á varinha. – Juro solenimente que não vou fazer nada de bom!
E em segundos palavras aparecendo
e Lily leu alto.
- “Caro Aluado, Almofadinhas, Pontas e Lilian primeiramente quero
explicar que este pergaminho não vem da época de vocês, vem de exatamente 50
anos á frente onde o bruxo das Trevas Lord
Voldemort que hoje no meu tempo não existe graça ao mérito de cada um
de vocês, e que você Remo, Siriús, Lilian e Harry são peças importantes pela
derrota dele, mas mesmo com á derrota dele ouve muitas perdas inclusive alguma
de vocês então peço que vocês se arrumem para esforços de todos vocês serão
recompensados, daqui uma hora todos
vocês serão teletransportados até meu encontro
para sim mudar o futuro .
Antecipadamente:
TRL ”
Ficaram um tempo em silêncio até
Siriús quebrar ele.
-O que agente vai fazer? –
Perguntou ele .
- O que á carta mandou ! –
Exclamou Lily.
- Você acredita nisso? –
Argumentou Remo.
-Acredito. – Exclamou ela. –
Agora com licença vou arrumar nossas coisas, vem Harry. – Ela pega Harry e sai dali.
- Vamos Almofadinhas temos que arrumar
nossas coisas. – Diz Remo saindo acompanhado de Sirius.
***
-Quanto tempo falta? - Perguntou James.
-Setenta segundos pra ser
exato. – Respondeu Remo.
Eles ficaram em silencio quando
de repente uma luz atingiu á sala e eles não estavam mais ali.
-Que bom que chegaram! – Exclamou
alguém atrás dos mesmos.
Eles olharam para trás e viram um jovem
adolescente sorridente.
- Onde
estamos? – Perguntou Siriús.
- Tudo será
explicado assim que todos chegarem, por favor me acompanhe até á sala.
Eles
caminharam até uma enorme sala onde tinha um grupo de pessoas.
- Lily,
James, Remo, Sirius?
-Marlene? –
Perguntou Sirius.
-Bom eu já volto o próximo casal
está para chegar.
- Toda Ordem está aqui? –
Perguntou James.
- Bom quem não está aqui são á
Alice o Frank, e também o Pedro. – Disse Dorcas Meadowes.
-Á mas eles já chegaram. – Disse
Emmeline Vence apontando para á porta.
Na porta havia um casal de bruxos
com uma criança nos braços acompanhados do mesmo homem que trouxe cada um até
ali.
- Bom os próximos á chegar são á
família Weasley. – Disse o homem já saindo dali deixando o casal sendo
cumprimentados por todos.
-Pra que será que ele quer agente
aqui? – Perguntou Frank.
- Eu não sei mais parece que á
família Weasley já chegou! – Disse Gideon sorridente afinal iria ver sua irmã Molly.
-Fred e George não corram. –
Ouviram alguém exclamar, e dali á pouco dois gêmeos vieram correndo no meio
deles rindo.
-Eu disse pra vocês dois não
correrem. – Disse á mulher já chegando perto deles.
-Tudo bem Molly. – Disse o TRL,
sorridente. – Bom já faltam poucas pessoas.
-E quem falta? – Perguntou Sirius
curioso.
-Bom falta o professor Dumbledore
a Minn.. Quer dizer á professora Mcgonnagal
o casal Tonks e sua filha e também dois convidados, que são muito
importantes pro futuro. – Ele diz isso e deixou todos em silêncio só quebrando
com o grito de Percy que estava com á bunda pegando fogo.
- Aaaaaaaaaaah! – Ele gritava
correndo no meio de todos, com um asseno de varinha fez se apagar.
- Fred e George ! –Ralhou Molly
para os dois gêmeos que rolavam no chão de tanto rir.
-Não foi á gente mãe. – Falou um
deles.
-É agente nem sabe fazer magia! –
Exclama o outro.
-Eles são bons pra quem tem só
três anos. – Murmura Sirius pra James que assentia.
Eles são interronpidos por o jovem que entrava agora com três
pessoas sendo que uma delas aparentava ter cinco anos.
-Está acabando daqui á pouco você
saberão o que está acontescendo. – Diz ele saindo novamente.
- Sirius. – Exclama á menininha
que acabará de chegar correndo até os braços de Sirius que sorria alegremente.
-Olá Dora. – Diz ele fazendo
cosquinhas nela.
-O que estamos fazendo aqui ? - Perguntou o senhor Tonks.
-É isso que estamos á querer
saber! – Exclamou Moddy falando pela primeira vez.
Depois disso ficaram em silencio
só com o barulho das crianças que brincavam alegrimente.
Minutos depois ouviram passos vindo do corredor e de
lá apareceram o professor Dumbledor e a professora Mcgonnagal.
-Agora só falta ás duas ultimas
pessoas. – Ele disse isso e saio deixando todos cumprimentando os professores.
As ultimas pessoas demoraram mais
um pouco á chegar , mas quando chegaram quase todos apontaram á varinha para os
dois, mais TRL se pois á frente.
- Eles são do bem e são pessoas
importantíssimas para o futuro! – Diz ele e todos desconfiados abaixam as varinhas. – Agora peço que cada um se apresentem!
Uns minutos em silencio até
Sirius interromper.
-Sirius lindo maravilhoso Black.
– Diz ele sorridente sendo cutucado pela mulher ao seu lado que revirava os
olhos.
- Marlene Mckinnon. – Diz ela
depois que o Sirius fechou á boca.
- Dorcas Meadowes.
-Emmeline Vence .
-Amelia Bones.
-Fabian
-Gideoan Prewet. – Completou o
outro.
- Benjy Fenwick.
-Alastor Moody
-Caradoc Dearbon.
-Alvo Dumbledore.
-Minerva Mcgonnagal.
-Edgar Bones.
-Sturgis Podmore.
-Húbeo Hagrid.
-Elphias Doge.
-Lilian Potter.
-James Potter. – James disse. – E
esse é nosso filho Harry Potter.
-Remo Lupim.
-Arthur Weasley, se apresentam
meninos. – Diz ele para seus filhos.
-Bill Weasley.
-Carlinhos Weasley.
-Percy Weasley.
-Fred
-Não eu sou Fred você é George.
-Meninos. –
Disse á mãe os interrompendo-os. – Eu
sou Molly.
-Andrómeda Tonks.
-Ted Tonks, se apresente filha!
-Nynphadora Tonks. – Disse ela
numa careta.
-Frank Longbottom.
-Alice Longbottom e nosso filho
Neville.
-Albeforth. – Disse ele ranzinza.
-Dedalo Digle. – Disse ele animadamente.
-Severo Snape.
-Seboso. – Murmurou James e
Sirius juntos.
-Regulo Black.
-Já que todos se apresentaram
chegou á minha vez eu sou Teddy, meu sobrenome agora não importa. – Disse o jovem
no que todos acharam estranho. – Bom vou apresentar á casa.
Todos encaminharam até o andar de
cima onde haviam vários cômodos.
-O primeiro cômodo é onde as
crianças irão ficar. – Ele diz abrindo á primeira porta, era um lugar espasozo com varias camas e brinquedos e dois elfos
doméstico.
-EEEEEEEEE!. – Gritavam Fred e
George entrando no lugar brincando.
- Fred George!
- Tudo bem Molly. –Diz Teddy
sorridente. – Crianças fiquem á vontade.
- E quem vai cuidar delas. –
Perguntou Andromêda.
-Monstro será babá das crianças.
– Respondeu Teddy.
-Monstro? – Perguntou Régulo
olhando para o elfo que chorava de tanta emoção.
-Senhor, Regulo monstro está muito feliz em ver o senhor. –
Diz o elfo chorando.
-Tudo bem monstro tudo bem. –
Responde ele.
-Agora o quarto ao lado vai ficar
os bebes. – Diz Teddy abrindo á porta ao lado. – Á Wink cuidará muito bem
deles.
As mães dos três meninos os
deixaram lá com Wink cada bebe em um berço.
-Bom os quartos dos casais agora!
– Teddy diz chamando á atenção de todos. – O quarto á direita são os da Molly e
do Arthur. –Ele aponta para o quarto á frente dos das crianças. – Ao lado o da
Lily e do James e logo após o do Frank e da Alice.
-A Emmeline, Dorcas, Marlene Mcgonagall e a Amelia
ficaram nesse quarto. – Ele aponta para o quarto ao lado dos nenês. – E os
homens dividirão os dois últimos quartos.
Depois de todos irem em seu
respectivos quartos e deixarem suas malas voltaram todos para a sala.
-Como alguns aqui sabem foi feito
uma profecia. – Disse Teddy e alguns fizeram caras curiosas outros desviaram o
olhar. – Eu vou repetir á profecia “Aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas se aproxima… nascido dos que o desafiaram três vezes, nascido ao terminar o sétimo mês… e o Lorde das Trevas o marcará como seu igual, mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece… e um dos dois deverá morrer na mão do outro pois nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver… aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas nascerá quando o sétimo mês terminar…”
Depois que Teddy disse reino-se um silencio na sala.
-E então duas crianças se
encaixam nessa profecia. – Deduziu Emmeline.
–O Neville e Harry.
- Isso, mais o Voldemort, preferiu escolher
Harry!
Lily colocou as mãos as bocas e
logo lagrimas escorreram ela já sabia que Harry havia sido o escolhido mais
mesmo assim.
-E o... que.. aconteceu ? – Falou ela entre soluços.
-Bom como você já sabe Lily foi
feito. – Disse Teddy olhando pra baixo não querendo encarar ninguém. – O
feitiço Fidelus, no qual Pedro Pettigrew foi feito o guardião. – Ele disse e
Sirius James e Lily assentiram. – Mais o que quase ninguém sabia era que ele na
verdade é um comensal da morte entregando James e Lily na noite de 31 de outubro.
-O QUE! – Gritou Siriús
desesperado.
Lily chorava silenciosamente abraçada á James que não estava em um humor diferente, na verdade quase todos da li se lamentava.
-Calmem por favor é por esse motivo que eu venho aqui minha missão é que ninguém morra em vão. - Disse Teddy tentando acalmar todos.
-Bom, quando Voldemort foi em Godric's Hollow com o objetivo de matar toda a familia Potter, ocorreu um erro ele matou James, quando ele foi para matar Harry, Lily se colocou na frente assim protegendo Harry e ele tacou á Maldição Avada Kedavra em Harry, mas com á proteção de Lily ele sobreviveu e á maldição voltou-se contra Tom, assim tornando Harry Potter o menino que sobreviveu.
Depois que Teddy disse isso todos ficaram em silencio, só dera para ouvir os solusos das mulheres e os homens tentando acalma-las.
-E com agente aqui o que vai acontecer? - Perguntou Gideon.
-Bom vamos ler um livro sobre o futuro de Harry onde contará uma maneira definitiva de destruir Tom Riddle.- Ele disse isso e saiu, e logo após segundos ele voltou com um livro e vários papeis.
-Bom se vocês não se importam eu vou ler essas folhas elas contam o que aconteceu com á maioria de vocês.
De um bolso interno das vestes, Moody tirou uma velha foto-bruxa muito danificada.
— A Ordem da Fênix original — rosnou. — Encontrei-a à noite passada quando estava procurando a minha Capa da Invisibilidade sobressalente e, como Podmore ainda não teve a boa educação de devolver a minha boa, pensei que o pessoal talvez gostasse de ver isso.
— A Ordem da Fênix original — rosnou. — Encontrei-a à noite passada quando estava procurando a minha Capa da Invisibilidade sobressalente e, como Podmore ainda não teve a boa educação de devolver a minha boa, pensei que o pessoal talvez gostasse de ver isso.
Podmore ficou rubro e sorriu de lado.
Harry apanhou a foto. Um pequeno grupo de bruxos, alguns acenando para ele, outros erguendo os copos, retribuindo seu olhar.
— Aquele sou eu — disse Moody, apontando a própria imagem sem necessidade. O Moody na foto era inconfundível, embora o cabelo estivesse um pouco menos grisalho e o nariz, intacto. — E ali é Dumbledore ao meu lado, Dédalo Diggle do outro lado... essa é Marlene McKinnon, foi morta duas semanas depois de tirarmos a foto, pegaram toda a família dela.
Marlene colocou á mão na boca e logo lagrimas vieram sendo amparada por Sirius.
Estes são Franco e Alice Longbottom...
O estômago de Harry, já meio embrulhado, contraiu-se ao olhar para Alice Longbottom; conhecia aquele rosto redondo e simpático muito bem, embora nunca a tivesse visto, porque era a cara do filho, Neville.
—... coitados — resmungou Moody. — Melhor morrer do que passar pelo que passaram...
O estômago de Harry, já meio embrulhado, contraiu-se ao olhar para Alice Longbottom; conhecia aquele rosto redondo e simpático muito bem, embora nunca a tivesse visto, porque era a cara do filho, Neville.
—... coitados — resmungou Moody. — Melhor morrer do que passar pelo que passaram...
-O...qu-e... aconteceu..coom..ááá..gente. - Perguntou Alice entre lagrimas.
Teddy apenas não respondeu na hora apenas olhou para baixo segurando lagrimas e respondeu triste.
-Na noite em que Voldemort foi atras dos Potter's comensais da morte foram atrás de vocês e torturaram com á maldição cruciatus até á loucura.
Alice voltou á chorar mais ainda.
-Tudo vai dar certo eu prometo pra você. - murmurou Frank pra Alice.
e essa é Emelina Vance, você já a conheceu, e aquele é Lupin, obviamente... Beijo Fenwick, ele também sofreu muito, só encontramos pedacinhos dele...
Benjy fez uma careta e Fabian e Gideon deram tapinhas em suas costas
cheguem para lá — acrescentou, metendo o dedo na foto, e as pessoas fotografadas se deslocaram para o lado, para que outras, que estavam parcialmente na sombra, pudessem passar ao primeiro plano.
— Esse é Edgar Bones... irmão de Amélia Bonés, pegaram ele e a família também, era um grande bruxo...
— Esse é Edgar Bones... irmão de Amélia Bonés, pegaram ele e a família também, era um grande bruxo...
Amélia chorou ainda mais abraçando seu irmão.
Estúrgio Podmore, pombas, como está jovem... Carátaco Dearborn desapareceu seis meses depois da foto, nunca encontramos seu corpo...
Carátaco ficou branco sendo e todos olharam para ele com mais lagrimas.
Hagrid, naturalmente, parece exatamente o que é... Elifas Doge, você o conheceu, tinha me esquecido que usava esse chapéu idiota...
Alguns riram sem graça e Elifas tirou o chapéu e corou.
Gideão Prewett, foram precisos cinco Comensais da Morte para matá-lo e matar o irmão Fábio, lutaram como heróis...
Molly abraçou os irmãos chorando ainda mais, eles por outro lado estavam tristes por morrer mais orgulhosos de si mesmos.
mexam-se, mexam-se...
As figurinhas na foto se misturaram, e as que estavam escondidas bem atrás apareceram à frente.
— Esse é o irmão de Dumbledore, Aberforth, a única vez que o vi, sujeito esquisito... essa é Dorcas Meadowes, Voldemort a matou pessoalmente...
As figurinhas na foto se misturaram, e as que estavam escondidas bem atrás apareceram à frente.
— Esse é o irmão de Dumbledore, Aberforth, a única vez que o vi, sujeito esquisito... essa é Dorcas Meadowes, Voldemort a matou pessoalmente...
Dorcas que já chorava pela morte de seus amigos, chorou ainda mais, sabendo da sua.
Sirius, quando ainda usava cabelos curtos... e... estão todos aí, achei que você se interessaria!
O coração de Harry deu uma cambalhota. Seu pai e sua mãe estavam sorrindo para ele, sentados um de cada lado de um homenzinho de olhos aguados que Harry reconheceu imediatamente como Rabicho, o que havia denunciado o paradeiro dos dois a Voldemort e com isso provocara a morte deles.
O coração de Harry deu uma cambalhota. Seu pai e sua mãe estavam sorrindo para ele, sentados um de cada lado de um homenzinho de olhos aguados que Harry reconheceu imediatamente como Rabicho, o que havia denunciado o paradeiro dos dois a Voldemort e com isso provocara a morte deles.
-Então é só e é por isso que todos vocês estão aqui vocês são heróis, e este é a recompensa pra tudo que vocês fizeram.- Teddy disse. - Bom vou deixa-los podem descansar e se quiserem comer alguma coisa na cozinha tem elfos domésticos
Assinar:
Comentários (Atom)